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Símbolos Municipais

Brasão

(LEI MUNICIPAL N.º 24 DE 23/12/1970)

"Escudo Samnítico encimado pela coroa mural de seis torres, de argente. Em campo de argente, firmados em chefe, dois escudetes, sendo o primeiro de goles com quadrenas de crescentes de argente; o segundo de goles com elmo de argente posto de frente, guarnecido de plumas de jalde e de sinople, sustido por um braço armado de argente, movente do flanco sinistro, o elmo encimado por uma águia de sable estendida; ao termo um faixado de argente e blau de seis peças,em abismo e, ao termo duas faixas ondadas de blau, e entre estas, um tapir de sable.

Como suportes, à dextra, um galho de café frutificado ao natural e à sinistra uma haste de cana de açúcar de sua cor, entrecruzados em ponta, sobre os quais se sobrepõe um listel de goles, contendo em letras argentinas o topônimo Tapiratiba e a legenda latina: "ex visu amor", ladeados pelos milésimos "1898" e "1929".

O escudo Samnítico, usado para representar o brasão de armas de Tapiratiba, foi o primeiro estilo do escudo introduzido em Portugal, por influência francesa, herdado pela heráldica brasileira como evocativo da raça colonizadora e principal formadora de nossa nacionalidade. A coroa mural que o sobrepõe é o símbolo universal dos brasões de domínio que, sendo de argente, de seis torres, das quais apenas quatro são visíveis em perspectiva no desenho, classifica a cidade representada na terceira grandeza, ou seja, sede do município. O metal argente (prata) do campo do escudo é símbolo heráldico de paz, amizade, trabalho, prosperidade, pureza e religiosidade. Em chefe (parte superior do escudo), os escudetes reproduzem as armarias das famílias Souza e Dias, em homenagem aos fundadores da cidade: Domiciano José de Souza e Vigilato José dias, que foram os desbravadores das fazendas Soledade e Bica de Pedra e notadamente Thomaz José Dias, casado com dna. Carolina de Almeida e Silva, filha de Domiciano José de Souza, que foram os doadores de 20 alqueires de terra à Paróquia de Nossa Senhora Aparecida e que em 1898, construíram a primeira capela em devoção à santa, dando assim início ao povoado. As faixas ondadas de blau representam no brasão os rios soledade e conceição e, entre estas, a figura de um tapir de sable (preto), lembrando a origem do topônimo Tapiratiba (morada do tapir).

A cor goles (vermelho) figurando nos escudetes e no listel, é símbolo do amor próprio, dedicação, audácia, intrepidez, coragem, valentia; o blau (azul) simboliza a justiça, nobreza, perseverança, zelo e lealdade; o sable (preto) é o símbolo de prudência, simplicidade, sabedoria, moderação e consistência. Nos ornamentos exteriores o café e a cana-de-ácúcar, lembram os principais produtos oriundos da terra dadivosa e fértil, esteios da economia municipal. No listel de goles, em letras argentinas, inscreve-se o topônimo identificador Tapiratiba e a legenda latina "ex visu amor" (conhecer para amar), ladeados pelos milésimos "1898", da fundação da cidade e "1929" de sua emancipação política.



Bandeira

(LEI MUNICIPAL N.º 24 DE 23/12/1970)

"A Bandeira Municipal de Tapiratiba é esquartejada em cruz, sendo os quartéis de azul e vermelho constituído por quatro faixas brancas carregadas de sobre faixas pretas, dispostas duas a duas no sentido horizontal e vertical e que partem de um losango branco central onde o Brasão Municipal é aplicado. O quartel da parte superior da tralha é azul e da inferior é vermelho, o da parte superior da ponta da bandeira é vermelha e da inferior é azul.

O estilo da Bandeira obedece a tradição da heraldica portuguesa, da qual herdamos os canones e regras, com direito a opção pelos estilos oitavado, sextavado, esquartelado em cruz e em sautor e terciados, sendo destes adotado o estilo esquartelado em cruz lembrando neste símbolo o espírito cristão do povo tapiratibense."

A Bandeira deverá ser confeccionada nos padrões da Bandeira Nacional levando-se em consideração quatorze módulos de altura da tralha por vinte módulos de comprimento do retângulo. Deverá ser hasteada de sol a sol sendo permitido seu uso a noite desde que encontra convenientemente iluminada. Normalmente fará o hasteamento às oito horas e o arreamento às dezoito horas.

É terminante proíbido o uso da Bandeira Munícipal para servir de pano de mesa em solenidades, e hasteamento em locais considerados inconvenientes pelos poderes competentes.



Hino

LEI MUNICIPAL Nº 413/95, DE 17 DE AGOSTO DE 1995.

"Fica declarado Hino Oficial da Tapiratiba a marcha-rancho, com música de autoria de Emílio Rodrigues e letra de Antonio Giunti, conforme peça musical anexa, que fica fazendo parte integrante da presente Lei.

É obrigatória a execução do Hino Municipal em todas as cerimônias municipais sem prejuízo da execução do Hino Nacional."





HINO DE TAPIRATIBA

LETRA: TONINHO GIUNTI

MÚSICA: EMÍLIO RODRIGUES





BUSCANDO FLORES, MONTANHAS, CASCATAS

REVENDO LOURAS, MORENAS, MULATAS

DEMANDO AS TERRAS DAS MAIS SENSATAS

CONTANDO FATOS DAS SAUDOSAS DATAS





MINH 'ALMA VIBRA

POR ESTA LIBRA

TERRA DE FIBRA

TAPIRATIBA





CHEGO, ENFIM, A ESTE PARAÍSO

A ESTA TERRA QUE É SOLEDADE

SE NESTE CHÃO, BENDITO NÃO PISO

EU MORRERIA DO MAL DA SAUDADE.



MINH 'ALMA VIBRA

POR ESTA LIBRA

TERRA DE FIBRA

TAPIRATIBA



OH ESTE CLIMA ! OH ESTE POVO !

OH ESTAS MATAS DE ENCANTOS MIL !

PRA NÃO MORRER, VENHO DE NOVO

REVER MEU BERÇO, O MAIS GENTIL

QUE É MINHA TERRA CHEIA DE RIOS

QUE É UMA ILHA CHEIA DE PONTES

TORRÃO SAGRADO DE PODERIOS

E QUE DE AMOR POSSUI MIL FONTES





MINH 'ALMA VIBRA

E TUA CATIVA

BEIJO-TE O SOLO

TAPIRATIBA













"